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quinta-feira, abril 01, 2010

NOVA RUBRICA BARBIANA: SDices Internacionais

É com estimado prazer que introduzo esta nova rubrica no nosso querido blogue. Começamos com este "artigo" publicado no jornal AS, diário desportivo espanhol, que nos apresenta uma beldade viciada em jogadores de futebol.

Para a vossa consideração:


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sexta-feira, março 12, 2010

Notas SDoltas

"Muda a textura mas o suor sabe sempre ao mesmo"

quinta-feira, março 11, 2010

Um país de bigode!

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Um vibrador para o teu iPod


(Um post para as meninas barbianas)



A harmonia perfeita: acompanha os teus momentos de gozo e prazer pessoal, com a música que mais gostas


Este original acessório liga-se ao teu iPod, iPhone, iTouch, radio ou leitor de mp3 habitual, para que possas aproveitar ainda mais as suas possibilidades.

O vibrador tem um cabo minijack, como os headphones convencionais, e responde ao ritmo e intensidade da música que estás a ouvir. Prepara-te para as emoçoes fortes se és daquelas que gosta da música aos altos berros ou se és fã de música electrónica... tudo depende de ti e do género de música que ouves.
Inclusivamente foram criadas comunidades virtuais como a "ohmibod" onde se oferecem sessões especiais, por DJ's especiais, para quem desejar aproveitar ao máximo este vibrador.

Vais encontrar diferentes versões que rondam os € 65. Podes comprá-lo através dos site oficial (www.ohmibod.com) ou em lojas eróticas especializadas.

Todas as versões se apresetam em cores diferentes, ao gosto do freguês, e possuem uma forma e textura perfeita para que possas sentir o som no teu interior.

quinta-feira, novembro 26, 2009

Cartão amarelo por dar um peido na cara do árbitro


Levi Foster foi amarelado por dar um peido, imagine-se um peidinho daqueles estrondosos, bem na cara do árbitro durante o jogo entre o AFC GOP e o Apsley House, da Portsmouth Sunday League.
O regulamento não prevê situações destas (vá-se lá saber porquê), e como tal, a Federação Inglesa vai analisar o caso tendo em vista uma ampliação do castigo, de forma a que não se fique apenas pela mostragem do cartão amarelo.
Bunny Reid, o árbitro da partida, disse no flash interview: "A minha vontade era mostrar-lhe o cartão vermelho, mas a desculpa que ele apresentou demoveu-me de tomar tal decisão". Ora a justificação do jogador de 30 anos foi : "Desculpe, jantei Frango Curry ontem à noite".

A Federação Inglesa pondera punir Foster com o art. 117.º por "atitude injuriosa para com o árbitro", o que implica uma suspensão de dois ou três jogos.

A emissão do gás ocorreu no momento em que o jogador se agacha para colocar a bola na marcação de um livre. Momento que aproveitou para se cagar em alto e bom som a escassa distância da cara do árbitro, que também se encontrava semi-agachado. Foster assumiu o amarelo com um sorriso, brincou com os seus companheiros (já quanto ao árbitro, não deve ter achado muita graça) e continuou a jogar tranquilo. Finalmente, a equipa flatulenta ganhou 5-0.

"Há peidos que vêm por bem"

quinta-feira, novembro 19, 2009

Um movimento que ergue a bandeira SD


PROCURO NAMORADA
Tenho casa, carro, um bom ordenado, ou seja, tudo. Não é preciso fazeres nada.Aliás é o que fazes melhor. Dedica-te só a queixar-te de tudo, a fazeres-te de vítima, a gastar dinheiro e a viver bem. Estou certo de que concordas comigo em como é um bom plano de casamento. Bem, ao fim de um ano de casados, por exemplo, pedes o divórcio. Nessa altura serás mãe ainda que eu não seja o pai. Tu já me percebes. O passo seguinte é acusares-me de abuso sexual infantil e de maltratar-te tanto física como psiquicamente. A seguir ficas-me com a casa, com o ordenado e com quem seguramente não é meu filho.

Enfim, procuro uma mulher de verdade: uma feminista. Uma "mulher" que saiba quais são os seus direitos e que não esteja disposta a que homem algum hesite em cedê-los. Uma mulher que defenda e imponha o seu direito a apropriar-se da propriedade dos homens, do suor do seu rosto. É que isso de trabalhar não é para voçês. Nunca acharam piada. Nunca foi muito a vossa cara. Agora graças à colaboração da maioria dos partidos políticos podem exercer o vosso legítimo direito ao roubo, porque ao fim ao cabo sempre se tratou disso, ai sim? Voçês sabiam, nós sabiamos e agora todos sabem.

O casamento e a convivência passaram de um negócio, em regra para uma simples questão de abordajem, saque, pilhagem e em fazer prisioneiros e escravos. Aproveita o momento. Sai-te de borla porque gozas de toda a protecção e cobertura político-jurídico-mediática possível. Aproveita até que a revolução começe a derrogar as leis feministas,o mesmo é dizer, esclavagistas. Aproveita porque depois as delinquentes e criminosas serão consideradas delinquentes e criminosas.

REVOLUÇÃO ANTIFEMINISTA!

www.revolucionantifeminista.org



P.S: Eu bebia umas cervejas com esta malta!

quinta-feira, outubro 29, 2009

Gina: Ascensão e queda de um império da indústria sexual


Em 1974, Mário Gomes e o irmão lançaram a primeira revista pornográfica do país. Mais de 30 anos depois vai ser homenageado



Na capa havia apenas a imagem de uma mulher e uma frase: "Histórias Sexy Internacionais". Lá dentro, o guião hilariante para apimentar 32 páginas de fotos bem explícitas: casais em combustão, mulheres com mulheres, em grupo ou a solo. Penteados de outros tempos. Do que falamos? Da revista "Gina", claro, a primeira publicação pornográfica a chegar a Portugal. E ninguém melhor do que o homem que a lançou, em 1974, na ressaca da revolução, para nos falar dela. O feito valeu a Mário Gomes uma homenagem no Salão Erótico de Lisboa, que começa amanhã. "Não ligo a isso."
"País de brandos costumes? Conservador? Isso é só fachada." A explicação vem a seguir: aos 13 anos Mário Gomes já conhecia o circuito clandestino das revistas pornográficas em Portugal. Sim, elas existiram durante a ditadura e escapavam ao controlo apertado da censura. "Mas só para quem conhecia os meandros." Mário arranjava muito mais do que as revistas impressas em duplicador, cujos originais chegavam do Brasil, e contavam com a cumplicidade dos correios e das autoridades alfandegárias: por vezes lá conseguia um filme pornográfico, que era depois visionado pelo grupo de amigos numa garagem.
Os tempos eram outros. Passaram décadas, um casamento, três filhos e dezenas de publicações, mas a memória não atraiçoa este homem de 64 anos. A "Gina" acabou há quatro, e Mário Gomes, que traduziu e concebeu grande parte das histórias da revista, dedica-se hoje a uma publicação de crochet prático e ponto de cruz. "Em tempos fiz uma de Sudoku, mas aquilo correu mal."
Negócio de família Quando chegou às bancas portuguesas, depois de o irmão ter comprado na Feira de Frankfurt os direitos da revista para Portugal, a "Gina" custava 25 escudos. O negócio cresceu vertiginosamente e a distribuidora lançou mais três ou quatro títulos do género: a "Weekend Sex", "Darling" e "Top Sex". "Chegámos a ter as máquinas a trabalhar 24 horas por dia", lembra Mário Gomes, que às quatro da manhã já estava fora da cama. Quando a empresa vendeu as oficinas, foi a ele que coube a tarefa de traduzir os originais, cujos pontapés na gramática, diz, "faziam parte". "Ainda hoje me começo a rir sempre que vejo uma revista", conta. "Por vezes era preciso acrescentar texto, quanto mais ordinário melhor."
Os dias da "Gina" - e de Mário - eram então de "azáfama constante". "Depois do 25 de Abril, passou-se do 8 ao 80. Além dos alfarrabistas, que chegavam a comprar edições de 15 mil exemplares, na Baixa havia dezenas de exemplares espalhados pelo chão, uma vergonha." Com a revolução digital a "Gina" foi perdendo força e reformou-se. Mário também, mas ainda hoje recebe pedidos de números antigos. "Tenho meia dúzia de clientes aqui na Baixa e alguns coleccionadores. São edições antigas, mas ainda se vendem." Para ele, a tarefa é fácil: basta descer à cave onde ainda guarda "100 ou 200 mil revistas". E uma versão da revista na Internet? "Não uso, mas já me sugeriram o gina.pt."

in ionline.pt