O "Bar" dos cães sem dono
Hoje apeteceu-me!É com pouca emoção que escrevo hoje para vós estas humildes palavras, seus caralhos. "Venho" então dizer-vos que me tem preocupado o nível de SDismo que tem afectado a nossa tão "potente" comunidade barbiana. Diria que se virou o feitiço contra o feiticeiro.. ou seja, tinhamos nós a varinha e agora levamos com ela no cu. Antes o CARaLhOS (para os mais distraidos, ler só as maiúsculas) era "O" SD, agora já nem ele nos faz frente..
Eu só vejo uma razão para este fenómeno: BARBAS! O "Bar" que apazigua toda a escória de Benfica e proximidades, desde putas, drogados, bêbedos, poetas e figuras afins.. Não é portanto de estranhar o elevado preço das nossas tão queridas BrUoJxASe..isto para convencer esta clientela de que o Barbas é um luxo, e que vale apena dizer aos amigos que se bebeu uma imperial por €2, ou então para estoirar o dinheiro que foi roubado, por ex. a viúvas, da forma mais eficaz. O Sr. Zé gosta. Chula-os e eles também gostam porque se sentem no seu pequeno mónaco, que no fundo a avaliar pela diversidade de clientela..Até se repararem, o pessoal do conselheiro têm uma certa estima pelo Barbas, já que só se dirigem ao estabelecimento do SR. Zé no final da noite ou em ocasiões especiais... o Barbas tem um certo status afinal de contas...
Não é portanto de estranhar o baixar dos nossos patamares de dignidade. "Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és", frequento o Barbas logo sou um SD. Querem mais provas? Desde quando é que ao ouvirmos o nome Rui, Lino, Sornas, Zé Baptista, Gaspar ou até Pe. Augusto nos lembremos todos do mesmo..caralhos.. Aqui descemos o mais baixo possivel..já nem são as gajas que nos ocupam o tempo..mas sim a diversidade de tamanho, robustez, o que quiserem, do afamado orgão sexual masculino.
Para terminar queria contar a história da pequena, mas carregada de simbolismo, festa que se aproxima: O Magusto!
" Num dia tempestuoso ia São Martinho, "valoroso"(*1) soldado, "montado" no seu cavalo, quando viu um mendigo "quase"(*2) nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante"(*3) e gelada. S. Martinho não hesitou(*4): parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a "espada"(*5) cortou ao meio a sua capa(*6) de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.(*7) Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor."
Foi apartir desta lenda que se iniciaram as festividades do Santo que deu metade de uma "capa" a um pobre, ou pelo menos é o que as pessoas pensam. Na realidade, o que é festejado é a própria "espada" do santo, que em escassos minutos consolou um cavalo e um mendigo. Ora com isto, o Santo decidiu celebrar o seu valoroso Augusto e começou por chamar à festividade "Meu Augusto", sendo que no evoluir natural da liguagem e devido ao facto de ninguém, à exepção do mendigo e do cavalo, saber bem o porquê de tal nome, passou a ser "Magusto", que ninguém sabe o que quer dizer na mesma. A única pista que temos são as castanhas, que simbolizam os culhões vazios, como sendo o único símbolo desta festividade.
Haja Deus...
(*1) - Com um granda augusto
(*2) - Só faltavam as calcinhas
(*3) - Para sentir o Augusto do Santo
(*4) - Tirou-a da boca do cavalo
(*5) - Augusto
(*6) - Deixou o broche a meio, e deixou o mendigo chupar o resto
(*7) - De culhões vazios
Eu só vejo uma razão para este fenómeno: BARBAS! O "Bar" que apazigua toda a escória de Benfica e proximidades, desde putas, drogados, bêbedos, poetas e figuras afins.. Não é portanto de estranhar o elevado preço das nossas tão queridas BrUoJxASe..isto para convencer esta clientela de que o Barbas é um luxo, e que vale apena dizer aos amigos que se bebeu uma imperial por €2, ou então para estoirar o dinheiro que foi roubado, por ex. a viúvas, da forma mais eficaz. O Sr. Zé gosta. Chula-os e eles também gostam porque se sentem no seu pequeno mónaco, que no fundo a avaliar pela diversidade de clientela..Até se repararem, o pessoal do conselheiro têm uma certa estima pelo Barbas, já que só se dirigem ao estabelecimento do SR. Zé no final da noite ou em ocasiões especiais... o Barbas tem um certo status afinal de contas...
Não é portanto de estranhar o baixar dos nossos patamares de dignidade. "Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és", frequento o Barbas logo sou um SD. Querem mais provas? Desde quando é que ao ouvirmos o nome Rui, Lino, Sornas, Zé Baptista, Gaspar ou até Pe. Augusto nos lembremos todos do mesmo..caralhos.. Aqui descemos o mais baixo possivel..já nem são as gajas que nos ocupam o tempo..mas sim a diversidade de tamanho, robustez, o que quiserem, do afamado orgão sexual masculino.
Para terminar queria contar a história da pequena, mas carregada de simbolismo, festa que se aproxima: O Magusto!
" Num dia tempestuoso ia São Martinho, "valoroso"(*1) soldado, "montado" no seu cavalo, quando viu um mendigo "quase"(*2) nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante"(*3) e gelada. S. Martinho não hesitou(*4): parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a "espada"(*5) cortou ao meio a sua capa(*6) de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.(*7) Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor."
Foi apartir desta lenda que se iniciaram as festividades do Santo que deu metade de uma "capa" a um pobre, ou pelo menos é o que as pessoas pensam. Na realidade, o que é festejado é a própria "espada" do santo, que em escassos minutos consolou um cavalo e um mendigo. Ora com isto, o Santo decidiu celebrar o seu valoroso Augusto e começou por chamar à festividade "Meu Augusto", sendo que no evoluir natural da liguagem e devido ao facto de ninguém, à exepção do mendigo e do cavalo, saber bem o porquê de tal nome, passou a ser "Magusto", que ninguém sabe o que quer dizer na mesma. A única pista que temos são as castanhas, que simbolizam os culhões vazios, como sendo o único símbolo desta festividade.
Haja Deus...
(*1) - Com um granda augusto
(*2) - Só faltavam as calcinhas
(*3) - Para sentir o Augusto do Santo
(*4) - Tirou-a da boca do cavalo
(*5) - Augusto
(*6) - Deixou o broche a meio, e deixou o mendigo chupar o resto
(*7) - De culhões vazios


